Justiça de SP mantém demissão de PM que matou Leandro Lo, lenda do jiu-jitsu

O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) decidiu, em fevereiro de 2026, manter a expulsão do policial militar Henrique Otávio Oliveira Velozo da corporação. Velozo é o autor do disparo que matou a lenda do jiu-jitsu Leandro Lo, em um show no Clube Sírio, em São Paulo, em agosto de 2022. A decisão representa um novo capítulo no caso que chocou a comunidade das artes marciais.
A demissão havia sido decretada pelo governo de São Paulo em setembro de 2025, mas uma liminar chegou a suspender a decisão e garantir o retorno do salário do policial. Agora, o Órgão Especial do TJSP consolidou a perda do cargo, entendendo que a declaração de "indignidade para o oficialato" pelo Tribunal de Justiça Militar é um ato que o governo deve apenas cumprir.
O principal argumento da corporação para a expulsão foi a conduta de Velozo no dia do crime. Em vez de se apresentar aos superiores, ele fugiu do local, foi para uma casa noturna e depois para um motel antes de se entregar à polícia. Em novembro de 2025, Velozo foi absolvido em júri popular, que acatou a tese de legítima defesa.
A defesa do ex-tenente afirma que a decisão do TJ-SP é provisória e será revertida, uma vez que a absolvição no júri anularia a decisão administrativa. Cabe recurso aos tribunais superiores.
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